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Estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) denuncia novos riscos de tragédia em barragens no Brasil

Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) denuncia novos riscos de tragédia em barragens no Brasil.

No país, segundo a CNM estão catalogadas 14 barragens de alto risco com alto danos associados, cujo uso é de rejeitos de mineração.

O levantamento estava na lista de publicações da entidade a serem divulgadas nos próximos dias.

A pesquisa aponta que existem 22.920 barragens registradas e catalogadas no país (dados de 2016). Mas a maioria – 18.551 barragens – estão sem qualquer informação sobre os riscos e danos potenciais que o rompimento pode causar.

Levantamento mais recente, de 2017, elevou a contagem de barragens catalogadas para 24.080.

Os dados foram extraídos do Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (Snisb), criado em 2010.

Minas Gerais concentra o maior número de barragens com alto risco e alto danos associados, totalizando nove represas.

Na sequência, vem o Estado de Alagoas com quatro, e uma no Pará.

Em todo Brasil, são 695 barragens devidamente cadastradas que apresentam categoria de alto risco, associado com danos em potencial, ou seja, todas correm riscos de sofrer algum tipo de ruptura, que podem ocasionar danos ambientais, humanos, financeiros e materiais, distribuídas por quantidade e por tipo.



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