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Justiça condena membros de quadrilha que adulterava leite no oeste de Santa Catarina

A justiça da Comarca de Mondaí, condenou 16 integrantes de uma organização criminosa especializada na adulteração de leite.

As penas, somadas, ultrapassam 125 anos de prisão.

O caso veio à tona em 2014 após investigação do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) na Operação Leite Adulterado II.

Os 16 réus foram denunciados pela Promotoria de Justiça da Comarca de Mondaí e condenados pelos crimes de organização criminosa, adulteração de alimento, falsidade ideológica ou crimes contra o consumidor, de acordo com a participação de cada um deles.

As maiores penas foram aplicadas aos chefes da organização e sócios-proprietários da empresa que vendia os produtos adulterados: 16 anos e um mês de reclusão em regime inicial fechado para cada um.

Os réus que receberam penas inferiores a três anos as tiveram substituídas pelas medidas restritivas de direito de prestação de serviços comunitários e pagamento de prestação pecuniária. A decisão é passível de recurso.

Na ação, o Promotor de Justiça Fabrício Pinto Weiblen, que na época respondia pela Promotoria de Justiça de Mondaí, demonstrou que cada um dos denunciados tinha uma função específica na estrutura ordenada da organização: enquanto integrantes hierarquicamente superiores coordenavam e determinavam e determinavam as atividades realizadas, gerentes e intermediários eram responsáveis por dirigir as práticas ilícitas que eram executadas pelos laboratoristas das plataformas.

 

Crédito da Imagem: G1 SC



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